Esta série é uma crônica visual do trabalho ao longo dos séculos, onde passado e presente se confundem em cada imagem. Ela captura as mãos que hoje limpam, restauram e preservam Chichén Itzá. Mãos que, assim como as dos antigos construtores maias, suportam dificuldades que, de outra forma, poderiam desaparecer na história.
A pirâmide permanece como testemunha silenciosa tanto dos trabalhadores que a ergueram quanto daqueles que hoje conservam sua grandeza. A lente revela uma justaposição inquietante entre tempos distintos.
Baktun conta o tempo antigo maia; A.D. marca a era moderna.
Este registro fotográfico documenta o processo de restauração do Templo de Kukulcán, localizado no sítio antigo de Chichén Itzá, no México moderno.